Mittwoch, Juni 18, 2008

(Reticências)




Parecia que para ti, eu não era invisível. Que a sensibilidade detrás do silêncio,
era palpável aos teus sentidos. Que o carinho fluía nas entrelinhas, retocadas de reticências, demasiado eloquentes.

Enganei-me!?

Continuo transparente a olhos nus. Oscilo entre a intolerância de alguns e a incompreensão de muitos. Entre a maldade de uns, e a ignorância de outros.

E então, para atenuar o pesar, existem as gavetas da memória, disfarçadas na alma. Um aconchego.
Aí jazem os sonhos que desacreditamos, as cartas amarelecidas, os sorrisos que não voltam. As ilusões que criamos.
Tudo fica lá, guardado ...suspenso e inacessível. O som das melodias partilhadas, das frases repetidas, abafadas na lonjura dos sentidos.
E um dia ...

Um dia, quando o tempo cicatrizar as feridas e as mágoas ficarem mais leves.
A gente (faz de conta que) esquece!

Kommentare:

Equi hat gesagt…

...o que escreveste...com tanta poesia, é uma verdade tão presente neste mundo e nas nossas vidas de gente...

ficam as reticências...e as interpretações...diferentes de e para cada um de nós...

***:-))..adorei...

Anonym hat gesagt…

:-)

Linda, a suavidade poética da tua escrita..(faz o mal, sem maldade)
..Tu nunca te enganas, tens uma alma muito doce, ela não te deixa enganar..

um miminho de margaridas no Teu colo

♥abraço..

..§

Anonym hat gesagt…

Gostei muito.

http://desabafos-solitarios.blogspot.com/

sonhadora hat gesagt…

Pois é Equi ...:-)

Deixemos assim, que cada um interprete como melhor lhe pareça.

Não deixa de ser um bom tema a debater uma noite destas, quem sabe nas nossas próximas férias.
Que achas? :-)

Beijoca e bom fim de semana :-)

sonhadora hat gesagt…

..§ :-)


E mesmo que me engane ...que se lixe.
Com os erros aprende-se.

Obrigada pelas margaridas :-)

sonhadora hat gesagt…

anonym ...

Agradeço a visita.

Bom fim de semana.

Anonym hat gesagt…

Desculpa… amiga se entro assim…
Em tua casa não vi janelas nem portas
Apenas flores e borboletas no jardim
E o vento escondido num monte de folhas.


Foge dessa rocha onde morrem as gaivotas
Limpa os fluídos salgados dos teus olhos
Apaga do teu peito essas ventanias
Para que vejas florescer inumeras roseiras.


Desculpa, amiga… se entro assim…
Não te quero a chorar através das palavras.
Apenas que reencontres a esperança em ti
A soprar com a frescura de uma bela poesia!

Afago meigo

Fragmentos Intemporais hat gesagt…

Um sopro leve que me refresca...

Beijo meigo de boa noite.

Ana Oliveira hat gesagt…

Quanta beleza das palavras se encontra de repente, no passeio ocioso pela net, é como caminhar distraída e, de repente, um canteiro estar onde não o esperávamos, com flores simples mas maravilhosamente coloridas...
Ana

AlmaAzul hat gesagt…

Abraço.
(...até doem...)

Anonym hat gesagt…

"fingir" que se esquece,desde que não amargure...tens uma "alma" doce e leve para ser corroída..

quanta poesia....

como é bom deparar com estes blogs de musica sentida para nossa alma..

um "bouquet" delas variadas

xi-coração:kayala

Exc.. hat gesagt…

O prometido é devido...

..li com Alma.. as tuas palavras.. são enormes de verdade.. e pequenas para o comum dos mortais..

Beijoca ..

Exc...

zuzinha hat gesagt…

Um beijo com saudade
Já estou em férias, finalmente:))
gosto-te*